LOUCO
Tanto preciso ser louco
Para me esquecer do mal
Que ao meu redor se propaga
Que se deixasse um só pouco
Essa loucura anormal
Que nunca de mim se apaga
Num louco me tornaria,
Loucura sem alegria
E sem ter qualquer valor
Pois minha realidade
É ser louco de verdade
Mas ser louco por amor
José Sepúlveda
quarta-feira, 10 de julho de 2013
Sedução
SEDUÇÃO
Chamaste-me amiguinho. Atarantado,
Olhando sem saber o que fazer,
Aqui fiquei perdido, baralhado,
Pensando no que havia de dizer.
Trocamos um olhar mal disfarçado
Com cândido brilhar. Não ousei ler,
No teu sorriso lindo, amordaçado,
Palavras que nem qu’ria compreender!
Menina frágil, doce, tão sensível,
Aqui, desta mansão do impossível,
Te envio o meu abraço, o meu carinho.
Avança, não desistas, segue em frente,
Que mesmo neste mundo inconsistente
Um dia hás-de encontrar o teu caminho!
José Sepúlveda
Chamaste-me amiguinho. Atarantado,
Olhando sem saber o que fazer,
Aqui fiquei perdido, baralhado,
Pensando no que havia de dizer.
Trocamos um olhar mal disfarçado
Com cândido brilhar. Não ousei ler,
No teu sorriso lindo, amordaçado,
Palavras que nem qu’ria compreender!
Menina frágil, doce, tão sensível,
Aqui, desta mansão do impossível,
Te envio o meu abraço, o meu carinho.
Avança, não desistas, segue em frente,
Que mesmo neste mundo inconsistente
Um dia hás-de encontrar o teu caminho!
José Sepúlveda
Por do sol
Pôr-do-Sol
O mar está sereno. Pela areia,
Gaivotas mil brincando ao desafio…
É fim da tarde e já a maré cheia
Se diluiu por entre o penedio…
O sol ameno já não se incendeia
Naquele mar infindo… e já sorrio
Ao contemplar aquela bola cheia
Que vai beijando o mar num desvario…
E, quando chega a hora, o sol se esconde
Lá longe, no infinito e até onde
Meus olhos não se cansam de alcançar…
Momentos lindos, de magia, encanto,
Ver esse sol cobrir-se com seu manto
De espuma, envolto nesse imenso mar…
José Sepúlveda
O mar está sereno. Pela areia,
Gaivotas mil brincando ao desafio…
É fim da tarde e já a maré cheia
Se diluiu por entre o penedio…
O sol ameno já não se incendeia
Naquele mar infindo… e já sorrio
Ao contemplar aquela bola cheia
Que vai beijando o mar num desvario…
E, quando chega a hora, o sol se esconde
Lá longe, no infinito e até onde
Meus olhos não se cansam de alcançar…
Momentos lindos, de magia, encanto,
Ver esse sol cobrir-se com seu manto
De espuma, envolto nesse imenso mar…
José Sepúlveda
Carta de Amor
Carta de Amor
Encanto de minha alma, em cada instante
Tu nasces e renasces no meu peito,
Tu és a minha amada, eterna amante
E, envolto nos teus braços, me deleito
Ai, doce companheira, doravante,
Proclamarei o amor e o respeito
Que sinto por te amar e nesse canto
Serás no meu jardim o amor-perfeito
Vem, dá-me o teu abraço, o teu carinho,,
Ensina-me a trilhar esse caminho
Que um dia prometemos caminhar,
Quando surgirem pedras de tropeço,
Galgá-las-emos sempre, a qualquer preço,
Sorrindo, de mãos dadas, a cantar!
José Sepúlveda
Encanto de minha alma, em cada instante
Tu nasces e renasces no meu peito,
Tu és a minha amada, eterna amante
E, envolto nos teus braços, me deleito
Ai, doce companheira, doravante,
Proclamarei o amor e o respeito
Que sinto por te amar e nesse canto
Serás no meu jardim o amor-perfeito
Vem, dá-me o teu abraço, o teu carinho,,
Ensina-me a trilhar esse caminho
Que um dia prometemos caminhar,
Quando surgirem pedras de tropeço,
Galgá-las-emos sempre, a qualquer preço,
Sorrindo, de mãos dadas, a cantar!
José Sepúlveda
Nectar
Néctar
O néctar duma paixão
é qual taça que se eleva
e faz jus ao coração…
…no principio, nos alegra,
mas a seguir embebeda
e quando fermenta azeda…
Não é mais que uma ilusão
Que logo se desintegra.
Blaaammmm!!!!
José Sepúlveda
O néctar duma paixão
é qual taça que se eleva
e faz jus ao coração…
…no principio, nos alegra,
mas a seguir embebeda
e quando fermenta azeda…
Não é mais que uma ilusão
Que logo se desintegra.
Blaaammmm!!!!
José Sepúlveda
Rosas
ROSAS
Aqui te envio rosas, minha amada…
São rosas que eu espalho à tua frente
Para que possa ter-te bem presente,
Bem perto de minha alma apaixonada…
E quando, pela alta madrugada,
Tu fazes parte do meu corpo e mente
Me sinto como vão delinquente
Vagueando tão sozinho nessa estrada
São rosas de toucar que eu algum dia,
Seguindo para alem da fantasia,
Hei-de entregar-te em suave amanhecer…
E quando as minhas rosas te entregar
Descobrirei, por fim, como encontrar,
De novo essa alegria de viver
José Sepúlveda
Aqui te envio rosas, minha amada…
São rosas que eu espalho à tua frente
Para que possa ter-te bem presente,
Bem perto de minha alma apaixonada…
E quando, pela alta madrugada,
Tu fazes parte do meu corpo e mente
Me sinto como vão delinquente
Vagueando tão sozinho nessa estrada
São rosas de toucar que eu algum dia,
Seguindo para alem da fantasia,
Hei-de entregar-te em suave amanhecer…
E quando as minhas rosas te entregar
Descobrirei, por fim, como encontrar,
De novo essa alegria de viver
José Sepúlveda
Pétalas Vermelhas
PÉTALAS VERMELHAS
As rosas, lindas rosas, meu amor
São pétalas vermelhas que espalhei
Na tua cama, em tudo ao teu redor
Co’as rosas mais formosas que encontrei
Inala pois o seu intenso olor,
Descobre nelas tudo o que eu não sei
Dizer-te por palavras, o fervor
Com que te amo e sempre te amarei
E um dia, ao recordares este dia
Envolta nessas rosas, que a alegria
Eu possa ver brilhar no teu olhar
Que eu sei que as rubras pétalas dirão
Como é feliz e grato o coração
Que envolto nessas rosas te vou dar
José Sepúlveda
As rosas, lindas rosas, meu amor
São pétalas vermelhas que espalhei
Na tua cama, em tudo ao teu redor
Co’as rosas mais formosas que encontrei
Inala pois o seu intenso olor,
Descobre nelas tudo o que eu não sei
Dizer-te por palavras, o fervor
Com que te amo e sempre te amarei
E um dia, ao recordares este dia
Envolta nessas rosas, que a alegria
Eu possa ver brilhar no teu olhar
Que eu sei que as rubras pétalas dirão
Como é feliz e grato o coração
Que envolto nessas rosas te vou dar
José Sepúlveda
Relógio
Relógio
Quem passa junto à praia, na esplanada
E eleva para o alto o seu olhar
Vai ver naquela torre iluminada
A hora que o relógio teima em dar.
Se o tempo para uns não vale nada,
É para outros coisa basilar
Que o tempo nesta nossa caminhada
Passa a correr p’ra nunca mais voltar.
Aprende esta lição: se o vires passar
Não pares, continua a caminhar
Mas vai descontraído, sem ter pressa.
Não vale a pena andar sempre a correr
Se na verdade o tempo é p’ra viver
E em cada instante a vida recomeça
José Sepúlveda
Quem passa junto à praia, na esplanada
E eleva para o alto o seu olhar
Vai ver naquela torre iluminada
A hora que o relógio teima em dar.
Se o tempo para uns não vale nada,
É para outros coisa basilar
Que o tempo nesta nossa caminhada
Passa a correr p’ra nunca mais voltar.
Aprende esta lição: se o vires passar
Não pares, continua a caminhar
Mas vai descontraído, sem ter pressa.
Não vale a pena andar sempre a correr
Se na verdade o tempo é p’ra viver
E em cada instante a vida recomeça
José Sepúlveda
Vates
VATES
(imitação de soneto)
Fui assistir a um desfile
De vates da nossa terra
E entre poemas mil
Falaram de paz, de guerra
Falaram do céu anil
De paixões e de quimera
Abordaram de perfil
Segredos que a vida encerra
Vi sonetos, redondilhas,
Quadras soltas, maravilhas,
Entre muita fantasia
Vi também verso corrido
Com sentido, sem sentido,
Tudo escrito em poesia
José Sepúlveda
(imitação de soneto)
Fui assistir a um desfile
De vates da nossa terra
E entre poemas mil
Falaram de paz, de guerra
Falaram do céu anil
De paixões e de quimera
Abordaram de perfil
Segredos que a vida encerra
Vi sonetos, redondilhas,
Quadras soltas, maravilhas,
Entre muita fantasia
Vi também verso corrido
Com sentido, sem sentido,
Tudo escrito em poesia
José Sepúlveda
Amiga
Amiga
Amiga, como é doce o teu olhar!
Se olho para ti num só momento,
Descubro coisas tais que se calhar
São alimento do teu pensamento!
Que bom ver-te sorrir, ver-te brincar,
Ver-te voar tão leve como o vento
Num sensual e suave levitar
Lançando para longe o sofrimento!
Ai como é bom sentir-te e de repente,
Quase embalado em sonhos e silente
Esvoaçar no etéreo céu de anil.
Pensar que nesse voo apaixonado
Ocultas no teu manto de brocado
Um sonho renovado, esperanças mil...
Jose Sepulveda
Amiga, como é doce o teu olhar!
Se olho para ti num só momento,
Descubro coisas tais que se calhar
São alimento do teu pensamento!
Que bom ver-te sorrir, ver-te brincar,
Ver-te voar tão leve como o vento
Num sensual e suave levitar
Lançando para longe o sofrimento!
Ai como é bom sentir-te e de repente,
Quase embalado em sonhos e silente
Esvoaçar no etéreo céu de anil.
Pensar que nesse voo apaixonado
Ocultas no teu manto de brocado
Um sonho renovado, esperanças mil...
Jose Sepulveda
Partilha
Partilha
A vida passa em grande reboliço.
Crescemos, partilhamos mil conselhos
E, de repente, sem darmos por isso,
Nós despertamos. Pronto, estamos velhos!
Agora, o que fazer, que compromisso
Vamos tomar no mundo à nossa volta?
Ficar a navegar até que o enguiço
Nos venha perturbar, criar revolta?
Há tanta gente em pura solidão!
Queremos nós melhor ocasião
P’ra partilhar a paz e a alegria?
Vamos em frente, estende a tua mão,
Pois quando abrimos nosso coração
A vida em nós renasce em cada dia!
José Sepúlveda
A vida passa em grande reboliço.
Crescemos, partilhamos mil conselhos
E, de repente, sem darmos por isso,
Nós despertamos. Pronto, estamos velhos!
Agora, o que fazer, que compromisso
Vamos tomar no mundo à nossa volta?
Ficar a navegar até que o enguiço
Nos venha perturbar, criar revolta?
Há tanta gente em pura solidão!
Queremos nós melhor ocasião
P’ra partilhar a paz e a alegria?
Vamos em frente, estende a tua mão,
Pois quando abrimos nosso coração
A vida em nós renasce em cada dia!
José Sepúlveda
Poeta
Poeta
Pegou numa palavras ocas, vãs,
Tiradas do seu antro de venturas…
Juntou-lhes coisas boas, coisas más
E polvilhou com frases bem maduras
E o sentimento livre que se faz
De coisas simples, quem sabe, inseguras
Partiu à descoberta, sem afãs,
De vivo colorido, imagens puras…
E de repente viu-se confrontado
Com mil palavras, num amontoado…
Poliu-as, burilou-as, deu-lhes brilho…
Deixou gritar bem alto o pensamento
Em plena liberdade… e num momento
Soltou seu grito: - Ó Deus, nasceu-me filho!
José Sepúlveda
Pegou numa palavras ocas, vãs,
Tiradas do seu antro de venturas…
Juntou-lhes coisas boas, coisas más
E polvilhou com frases bem maduras
E o sentimento livre que se faz
De coisas simples, quem sabe, inseguras
Partiu à descoberta, sem afãs,
De vivo colorido, imagens puras…
E de repente viu-se confrontado
Com mil palavras, num amontoado…
Poliu-as, burilou-as, deu-lhes brilho…
Deixou gritar bem alto o pensamento
Em plena liberdade… e num momento
Soltou seu grito: - Ó Deus, nasceu-me filho!
José Sepúlveda
Luto
Basta
Ó fédia coelhada que surgiste
Aqui, no nosso lar, vã, insolente,
Sai deste leito lesta, velozmente,
Que nenhum português vai ficar triste
Se lá, na Merklândia, onde pariste
As mágoas que o nosso povo sente,
Nunca te esqueça nunca a nobre gente
A quem tão fracos tratos infligiste
Se vires que te é dado recordar
De um modo ou de outro a dor que nos deixaste
Neste trajeto, tempo de pesar,
Suplica a Deus, se n ‘Ele confiaste,
Que possa desta terra te afastar
Co’a gasparada infame que criaste!
Um português de luto em luta
Fúria
Fúria
Que violência, Mar, porque te agitas
Se busco paz e calma ao vir aqui?
Eu venho procurar-te e tu me gritas
Como se fora intruso, ao pé de ti!
Eu gosto de te ver quando me excitas
Com ar sereno como o que senti
Em tempos de bonança, sem desditas,
Nas horas mais bonitas que vivi
Agora, ao ver-te em fúria, atormentado,
Meu coração se sente amedrontado
E triste, não sabendo o que fazer.
Por isso, Mar, serena o teu furor,
Partilha o teu carinho, o teu amor
E dá-me a mão, ensina-me a viver!
José Sepúlveda
Que violência, Mar, porque te agitas
Se busco paz e calma ao vir aqui?
Eu venho procurar-te e tu me gritas
Como se fora intruso, ao pé de ti!
Eu gosto de te ver quando me excitas
Com ar sereno como o que senti
Em tempos de bonança, sem desditas,
Nas horas mais bonitas que vivi
Agora, ao ver-te em fúria, atormentado,
Meu coração se sente amedrontado
E triste, não sabendo o que fazer.
Por isso, Mar, serena o teu furor,
Partilha o teu carinho, o teu amor
E dá-me a mão, ensina-me a viver!
José Sepúlveda
Abraço
Amy
Deixa-me ficar
contigo,
amor,
Enlaçar-me
no teu corpo
e adormecer
sereno,
sorrindo,
sem tempo
nem espaço,
sentindo o teu calor,
o teu abraço
eterno,
infindo…
Deixa
que me esvaia
no teu corpo
lindo!
José Sepúlveda
Deixa-me ficar
contigo,
amor,
Enlaçar-me
no teu corpo
e adormecer
sereno,
sorrindo,
sem tempo
nem espaço,
sentindo o teu calor,
o teu abraço
eterno,
infindo…
Deixa
que me esvaia
no teu corpo
lindo!
José Sepúlveda
Sonho Lindo
Sonho Lindo
Esta noite sonhei contigo…
E no momento doce do teu beijo,
Penetrei numa fonte mágica
De desejo
E te senti…
E vimo-nos abraçados
Entre linhos e brocados,
Rodeados nessa hora
De pétalas vermelhas,
Centelhas de fogo
Plenas de cor
E de magia…
Tempo de bonança,
Tempos de alegria,
Réstias de esperança,
Gestos de amor…
E estendidos
Nesse leito de paixão
Eis-nos peito com peito,
Num só coração,
Nessa profusão de amor
Perfeito…
Sorvi teus beijos
E candura,
Desejos e ternura,
Ensejos e loucura,
Com pudor…
E, mergulhada
Nessas pétalas sem fim,
Olhaste para mim
Com terno amor…
Depois,
Num longo abraço,
No tempo e no espaço,
Sem cansaço,
Amei-te
Com deleite
Até ser dia…
E ali,
Entrelaçados,
Com gestos delicados,
Sorrimos um para o outro
Apaixonados
No nosso sonho lido…,
Eterno,
Infindo…
Os dois,
Sorrindo!...
José Sepúlveda
Vida
A vida é sofrimento, é alegria,
É lágrima, é sorriso, é ilusão,
A vida é guerra, é paz, é fantasia,
É sombra, é sol, é luz, escuridão
A vida é cruz, é virgo, é dor, é cria,
É carne, é tronco, é mar, imensidão,
A vida é frustração, paralisia,
É crença, é lar, é amor, é uma canção
A vida é loa, é mito, é noite, é dia,
É fé, é sede, é fonte, é fome, é pão,
É lentidão, coragem, agonia.
A vida é roda imensa que nos guia,
É sonho, é despertar, é uma paixão
Aonde o nosso corpo rodopia
José sepulveda
Poesia
Nesta singela folha te respiro,
Teu nome escrevo pela madrugada
E guardo no meu peito esse suspiro
Roubado de teu peito, minha amada
E sinto o coração pulsando imenso
Num longo e forte abraço... Só depois
Olhamos um pró outro, amor intenso,
Num tempo sem ter tempo, só dos dois
E as lágrimas caidas dos teus olhos
Naquela folha branca, sem abrolhos,
Sao para nós momentos de magia
Naquela folha branca sem valor,
Nasceu a mais singela e linda flor,
Um cântico de amor e poesia!
José Sepúlveda
Solidão
Solidão
Cansei-me de ser eu, para que existo?
Cansei-me de farsar com toda a gente …
Cansei me de imitar um outro cristo
Que a ser como eu pensava, era diferente…
Cansei-me de sonhar… Sei que sou visto
Por loucos, como um louco… E meu ser sente
Que ser humano é ser mas não ser isto
Que faz sofrer de forma deprimente!
Abaixo, ó vida cega, desregrada,
Dá paz à minha alma atormentada,
Não quero, não mais quero ser poeta!!!
Deixa viver meu pobre coração
Bem longe da tristeza, da ilusão,
Meus versos que apodreçam na gaveta !
José Sepúlveda
Cansei-me de ser eu, para que existo?
Cansei-me de farsar com toda a gente …
Cansei me de imitar um outro cristo
Que a ser como eu pensava, era diferente…
Cansei-me de sonhar… Sei que sou visto
Por loucos, como um louco… E meu ser sente
Que ser humano é ser mas não ser isto
Que faz sofrer de forma deprimente!
Abaixo, ó vida cega, desregrada,
Dá paz à minha alma atormentada,
Não quero, não mais quero ser poeta!!!
Deixa viver meu pobre coração
Bem longe da tristeza, da ilusão,
Meus versos que apodreçam na gaveta !
José Sepúlveda
Doce Amor
Doce Amor
Olhei para os teus olhos cor de esperanca,
Fiquei extasiado a olhar pra ti
E percorri meus tempos de criança
E ao ver teus lindos olhos me perdi...
Beijei teus rubros lábios... De repente,
Senti-me a viajar na fantasia
E nem sei bem o que me veio a mente
Nem definir aquilo que eu sentia
E quando olhei p'ra ti, p'ró teu sorriso,
Tao cheio de doçura, tão preciso,
Senti o teu amor em mim presente...
E, de repente, o tempo parecia
Parar no tempo, pleno de alegria...
E então, senti que és minha para sempre!
José Sepúlveda
Olhei para os teus olhos cor de esperanca,
Fiquei extasiado a olhar pra ti
E percorri meus tempos de criança
E ao ver teus lindos olhos me perdi...
Beijei teus rubros lábios... De repente,
Senti-me a viajar na fantasia
E nem sei bem o que me veio a mente
Nem definir aquilo que eu sentia
E quando olhei p'ra ti, p'ró teu sorriso,
Tao cheio de doçura, tão preciso,
Senti o teu amor em mim presente...
E, de repente, o tempo parecia
Parar no tempo, pleno de alegria...
E então, senti que és minha para sempre!
José Sepúlveda
Perdoa
Perdoa
Eu sei que vivo em falta p’ra contigo,
Que vivo sem viver na Tua luz,
Eu sei que sou irmão, não sou amigo
E longe de ti vivo, meu Jesus!
Eu sei, não sei viver se estou sozinho
E meu agir, eu sei como te ofende
E quantas vezes fico no caminho
Se há um aliciante que me prende
Eu sei que este viver não vale nada,
É como areia em praia abandonada,
É barco em alto mar, sem direcção
Por isso, aqui me encontro humildemente
Pedindo a tua ajuda, sê clemente
É dá-me, Cristo Amigo, o teu perdão!
José Sepúlveda
Eu sei que vivo em falta p’ra contigo,
Que vivo sem viver na Tua luz,
Eu sei que sou irmão, não sou amigo
E longe de ti vivo, meu Jesus!
Eu sei, não sei viver se estou sozinho
E meu agir, eu sei como te ofende
E quantas vezes fico no caminho
Se há um aliciante que me prende
Eu sei que este viver não vale nada,
É como areia em praia abandonada,
É barco em alto mar, sem direcção
Por isso, aqui me encontro humildemente
Pedindo a tua ajuda, sê clemente
É dá-me, Cristo Amigo, o teu perdão!
José Sepúlveda
Orei por ti
Orei por ti
(aos meus amigos)
Eu hoje orei por ti ... Pedi a Deus
Mais força, paz e amor, amiga minha,
Que acalentasse sempre os olhos teus
Te desse a energia que eu não tinha
Pedi-lhe direcção pra teu caminho
E bençãos mil derrame sobre ti
Que sempre te outorgasse o seu carinho
Te desse o amor infindo que há em Si
E quando lhe levei esta oração,
Sente imensa paz no coração,
Saudade imensa do teu doce olhar
E a força que me vem dessa amizade
Me traz amor e paz, serenidade
E uma vontade imensa de te amar
José Sepúlveda
(aos meus amigos)
Eu hoje orei por ti ... Pedi a Deus
Mais força, paz e amor, amiga minha,
Que acalentasse sempre os olhos teus
Te desse a energia que eu não tinha
Pedi-lhe direcção pra teu caminho
E bençãos mil derrame sobre ti
Que sempre te outorgasse o seu carinho
Te desse o amor infindo que há em Si
E quando lhe levei esta oração,
Sente imensa paz no coração,
Saudade imensa do teu doce olhar
E a força que me vem dessa amizade
Me traz amor e paz, serenidade
E uma vontade imensa de te amar
José Sepúlveda
Natália
Natália
A tua imagem meiga e delicada
Que olha para nós com tal candura
Esconde uma vivência alimentada
Por réstias de carinho e de ternura.
E quando, junto a nós, aqui sentada,
Nos falas desse amor com tal doçura,
A nossa mente esvai-se, mergulhada
Em água cristalina, imensa, pura.
Fica connosco, dá-nos essa paz,
Que teu sereno olhar sempre nos traz
Palavras brandas, cheias de dulçor.
E deixa-nos viver em cada dia
Essa experiência linda, essa harmonia
Que reacende em nós imenso amor!
José Sepúlveda
A tua imagem meiga e delicada
Que olha para nós com tal candura
Esconde uma vivência alimentada
Por réstias de carinho e de ternura.
E quando, junto a nós, aqui sentada,
Nos falas desse amor com tal doçura,
A nossa mente esvai-se, mergulhada
Em água cristalina, imensa, pura.
Fica connosco, dá-nos essa paz,
Que teu sereno olhar sempre nos traz
Palavras brandas, cheias de dulçor.
E deixa-nos viver em cada dia
Essa experiência linda, essa harmonia
Que reacende em nós imenso amor!
José Sepúlveda
O Teu Sorriso
O Teu sorriso
Que paz imensa sinto a olhar para ti!...
O teu olhar transmite-me candura
E, ao olhar-te, foi que percebi
Quão belo é teu amor, tua alma pura
Deixa-me olhar o teu olhar sereno,
Sentir todo esse afecto que irradia…
Quero afagar teu rosto e num aceno
Viver tanta paixão, tanta alegria!
Deixa-me olhar teus olhos, glória infinda,
Que paz perene, Anita, como és linda,
Vem, traz-me o teu sorrir, Amy querida!
Se me ofereceres o teu sorrir sereno,
Guardá-lo-ei pra mim, qual verbo pleno,
E ele será meu por toda a vida!
José Sepúlveda
Que paz imensa sinto a olhar para ti!...
O teu olhar transmite-me candura
E, ao olhar-te, foi que percebi
Quão belo é teu amor, tua alma pura
Deixa-me olhar o teu olhar sereno,
Sentir todo esse afecto que irradia…
Quero afagar teu rosto e num aceno
Viver tanta paixão, tanta alegria!
Deixa-me olhar teus olhos, glória infinda,
Que paz perene, Anita, como és linda,
Vem, traz-me o teu sorrir, Amy querida!
Se me ofereceres o teu sorrir sereno,
Guardá-lo-ei pra mim, qual verbo pleno,
E ele será meu por toda a vida!
José Sepúlveda
Beijo
Beijo
Que doce esse teu beijo apaixonado!
Ai como é bom sentir teus låbios puros
E de repente ver me acorrentado
A sentimentos nobres tão maduros
E canto para ti o nosso fado
Saído destes lábios inseguros
E vamos caminhando lado a lado
Galgando derribando imensos muros
Trilhemos pois amor nosso caminho
Amando, partilhando esse carinho
Que em sonhos nos clama a todo o instante
E quando, no fragor desta paixão,
Sentirmos como é bela este união,
Entao, tu serás minha eterna amante!
José Sepúlveda
Que doce esse teu beijo apaixonado!
Ai como é bom sentir teus låbios puros
E de repente ver me acorrentado
A sentimentos nobres tão maduros
E canto para ti o nosso fado
Saído destes lábios inseguros
E vamos caminhando lado a lado
Galgando derribando imensos muros
Trilhemos pois amor nosso caminho
Amando, partilhando esse carinho
Que em sonhos nos clama a todo o instante
E quando, no fragor desta paixão,
Sentirmos como é bela este união,
Entao, tu serás minha eterna amante!
José Sepúlveda
Sinfonia do Mar
Sinfonia do Mar
Ao longe, o marulhar, a melopeia
Das ondas desse meu imenso mar...
Chegou de madrugada, maré cheia,
Em lindas melodias, seu cantar...
Eterna paz, caminho pela areia
Olhando mil gaivotas a voar
Num mágico bailado que se enleia
Aos sons da sinfonia , o marulhar...
Se de repente aquele mar se agita,
Eu perco-me de amor, minha alma aflita
Se lança pelas ondas sem temor...
Ó mar sem fundo, tão imenso e forte
Tu és meu mundo, sina, a minha sorte,
A Sinfonia Eterna do Amor!
Jose Sepulveda
(Poema para o Mar-à-Tona... em poesia
Dia 23 de Março ás 21:00 h
Diana-Bar - Póvoa de Varzim
Ao longe, o marulhar, a melopeia
Das ondas desse meu imenso mar...
Chegou de madrugada, maré cheia,
Em lindas melodias, seu cantar...
Eterna paz, caminho pela areia
Olhando mil gaivotas a voar
Num mágico bailado que se enleia
Aos sons da sinfonia , o marulhar...
Se de repente aquele mar se agita,
Eu perco-me de amor, minha alma aflita
Se lança pelas ondas sem temor...
Ó mar sem fundo, tão imenso e forte
Tu és meu mundo, sina, a minha sorte,
A Sinfonia Eterna do Amor!
Jose Sepulveda
(Poema para o Mar-à-Tona... em poesia
Dia 23 de Março ás 21:00 h
Diana-Bar - Póvoa de Varzim
Um Céu de Estrelas
Um Céu de Estrelas
Um Céu de estrelas... Olho o firmamento...
Meu pensamento voa para ti
E vivo intensamente esse momento
E nesse mar de esperança, te senti
Olho tão nobre e puro sentimento
Que brota do teu peito e me sorri
E nesse enleio imenso peço ao vento
Mil beijos de teus lábios de rubi
Estrela minha, brilha em meu olhar,
Eu hei-de me por ti apaixonar
Em cada curva desta imensa estrada…
E vamos dar um rumo á nossa vida
E nesse Céu de estrelas, tu, querida,
Serás a estrela em cada madrugada!
José Sepúlveda
Um Céu de estrelas... Olho o firmamento...
Meu pensamento voa para ti
E vivo intensamente esse momento
E nesse mar de esperança, te senti
Olho tão nobre e puro sentimento
Que brota do teu peito e me sorri
E nesse enleio imenso peço ao vento
Mil beijos de teus lábios de rubi
Estrela minha, brilha em meu olhar,
Eu hei-de me por ti apaixonar
Em cada curva desta imensa estrada…
E vamos dar um rumo á nossa vida
E nesse Céu de estrelas, tu, querida,
Serás a estrela em cada madrugada!
José Sepúlveda
Prece
Prece
Estou aqui, Senhor, indiferente,
Vivendo na mais pura apostasia,
Fujo de ti, de mim, de toda a gente
Envolto nesta triste nostalgia.
Desejo caminhar e de repente
Eu não consigo. Triste esta apatia
Que nos impele a percorrer na mente
Caminhos que nos mentem cada dia.
Meu Deus, vem-me ajudar, quero sentir
De novo essa alegria, esse prazer
Que nos faz renascer, nos dá fulgor.
Eu quero olhar para Ti, ver-Te sorrir,
E descobrir que em cada alvorecer
Renasce em mim a chama desse Amor
José Sepúlveda
Estou aqui, Senhor, indiferente,
Vivendo na mais pura apostasia,
Fujo de ti, de mim, de toda a gente
Envolto nesta triste nostalgia.
Desejo caminhar e de repente
Eu não consigo. Triste esta apatia
Que nos impele a percorrer na mente
Caminhos que nos mentem cada dia.
Meu Deus, vem-me ajudar, quero sentir
De novo essa alegria, esse prazer
Que nos faz renascer, nos dá fulgor.
Eu quero olhar para Ti, ver-Te sorrir,
E descobrir que em cada alvorecer
Renasce em mim a chama desse Amor
José Sepúlveda
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